
Descrição do texto fornecida pelos arquitetos. Os edifícios associados à morte, concebidos ou inspirados em rituais e práticas funerárias, deram origem ao longo da história a algumas das realizações mais significativas da arquitectura. A vontade de preservar a memória sempre inspirou a concepção de espaços funerários que exploram territórios de ambiguidade: entre a terra e o céu; luz e matéria; o telúrico e o etéreo; o presente e o atemporal. Nos seus materiais, texturas, escalas e formas, estes edifícios resistem à passagem do tempo e afirmam-se como construções intemporais.






