
Descrição do texto fornecida pelos arquitetos. Situado em uma fazenda orgânica de 125 acres em Bilasya, Kathwada, duas práticas criativas, cerâmica pintada à mão e design de alto-falante personalizado, convergem. O resultado é uma galeria de design que é um espaço adaptável em camadas e que resiste a definições singulares. Sua arquitetura reflete essa pluralidade através de tijolos aparentes, concreto e aço para negociar a interseção de dualidades materiais e espaciais. A robusta massa externa contrasta com uma leveza tectônica interna, lembrando a Bibliothèque nationale de France de Henri Labrouste. Esta dualidade informou a abordagem fundamental do projeto, equilibrando nostalgia e inovação, ao mesmo tempo em que conciliava com sensibilidade um briefing para uma paleta de materiais expostos. Baseia-se no brutalismo e no design industrial contemporâneo, permitindo que a galeria mantenha espaço tanto para exibição pública quanto para prática criativa privada e, assim, gere um diálogo tátil e em camadas entre a forma construída, alto-falantes feitos de madeira e cerâmica vibrante.






