
O inauguração da nova Fondation Cartier pour l’Art Contemporain em Paris em Outubro passado suscitou novas questões sobre o papel, a forma e o futuro dos museus. À medida que as instituições culturais continuam a proliferar em todo o mundo nesta era digital, o próprio museu parece cada vez mais necessitado de redefinição. Em vez de oferecer um único modelo ou solução, Arquitetura para Cultura: Repensando Museusescrito pelo historiador e curador de arquitetura Béatrice Grenierdefende uma compreensão mais contextual e plural do que um museu pode ser: uma instituição moldada pelo seu ambiente, pelo seu público e pelas questões culturais específicas que procura abordar.
O ArchDaily teve a oportunidade de discutir essas ideias com o autor tendo como pano de fundo a recém-inaugurada casa da Fondation Cartier na Rue de Rivoli. Instalado num edifício haussmaniano restaurado que outrora albergou os Grands Magasins du Louvre, o espaço foi radicalmente reimaginado por Jean Nouvel como uma arquitetura dinâmica e transformável.




