Seria um eufemismo dizer que A máquina de esmagamento é um dos principais candidatos para a próxima temporada de prêmios, com Dwayne Johnson considerou um grande jogador. Isso está tudo bem e bom – Johnson certamente merece elogios por sair de seus papéis habituais. Mas ele deveria realmente ser recompensado só porque mudou de herói de ação para líder dramático? À primeira vista, talvez. Depois de assistir ao filme, no entanto, talvez não tanto.
Baseado em eventos verdadeiros, A máquina de esmagamento Segue -se pioneiro de lutador de artes marciais/UFC Mark Kerr (Dwayne Johnson), que, enquanto luta contra seus próprios demônios, deve encontrar força para elevar um esporte que moldará o futuro para gerações de combatentes. No entanto, suas lutas mais difíceis acontecem do lado de fora da arena – com sua namorada Dawn (Emily Blunt), sua dependência de analgésicos e sua incapacidade de se concentrar quando mais importa.
Escrito e dirigido por Benny Safdie, o filme dá a Johnson a oportunidade de expandir seu alcance e provar -se além de dar socos na tela. Ter uma co-estrela experiente como Emily Blunt ajuda a destacar seu potencial como ator dramático. Ainda assim, seu desempenho fica curto emocionalmente, raramente se conecta com o público em um nível mais profundo. Isso não quer dizer que seu trabalho seja sem mérito – ele demonstra esforço e comprometimento – mas antes de corrigi -lo entre as cinco principais performances masculinas do ano, pode valer a pena olhar para a competição primeiro.
Para ficar claro, esta não é uma revisão puramente negativa. Os entusiastas do drama esportivo provavelmente gostarão do passeio. O filme oferece uma história inspiradora de perseverança, cheia de momentos poderosos e uma vantagem pessoal. Mais importante ainda, cria espaço para Johnson provar que ele pode criar um lugar em papéis mais sérios – um caminho que ele pode e provavelmente continuará a seguir. Sua perseverança e atitude são admiráveis, e sua ambição de continuar quebrando barreiras merece respeito.
Isso dito, A máquina de esmagamento Em última análise, fica aquém da grandeza. É divertido e assistível, mas nunca se torna o drama excelente que quer ser. No final, apesar de sua ambição e faíscas ocasionais de inspiração, o filme parece menos uma vitória por nocaute e mais como um lembrete educado de que nem toda luta vale a pena vencer. Simplificando: é, a seu jeito, esmagadoramente ruim.




